Com 65% das UTIs ocupadas, rede hospitalar privada de Niterói volta a respirar

Taxa se mantém estável em relação à semana passada, tanto na terapia intensiva quanto nos leitos clínicos

Ocupação hospitalar se estabiliza em Niterói. Divulgação/HC Alameda


Depois de beirar o colapso no começo de abril, a rede particular de saúde de Niterói tem dado sinais de recuperação. O último boletim de ocupação hospitalar mostra um cenário de estabilidade em níveis muito inferiores aos do período mais crítico da terceira onda da pandemia. Atualmente, 67% dos leitos de UTI e 50% dos leitos clínicos estão ocupados na cidade.


Os números oscilam em relação ao boletim anterior, da última quinta-feira, quando 51% dos leitos clínicos e 65% da terapia intensiva estavam ocupados, mas ainda assim apontam uma estabilidade. Numa comparação com o pico da "terceira onda", a melhora é muito mais perceptível.


Em primeiro de abril, uma semana depois que as medidas restritivas se tornaram mais severas em Niterói, a taxa de ocupação na rede privada chegou a 92% nas UTIs e 84% nos leitos clínicos. Naquela data, Niterói atingiu o indicador síntese 11,88, um dos maiores de toda a pandemia.