Escolas particulares pedem para ser consideradas essenciais

Após Comitê Científico recomendar lockdown, SINEPE-RJ se manifesta a favor da permanência das atividades escolares no sistema presencial


Por Livia Figueiredo

Sala de aula vazia, uma cena comum durante a pandemia. Foto: Reprodução da internet


A possibilidade do fechamento das escolas no Estado do Rio e em Niterói por tempo indeterminado por causa do colapso provocado pela pandemia de Covid fez com que o Sindicato das Escolas Particulares do Rio de Janeiro (SINEPE-RJ) publicasse uma carta aberta nas redes sociais no início da tarde desta segunda-feira (22). O SINEPE pede que o funcionamento das escolas seja considerado serviço essencial e afirma que a educação não pode ser avaliada da mesma forma que o comércio.


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Os donos de escolas privadas defendem a permissão para o ensino híbrido, com aulas remotas mas também presenciais, caso este seja o desejo dos pais.


Confira abaixo a carta do SINEPE-RJ na íntegra:


"Em consonância com o Estado e o Município de Niterói, consideramos e manifestamo-nos a favor da educação como serviço essencial e, assim, as escolas devem permanecer em funcionamento híbrido, com respeito ao protocolo sanitário nos atendimentos presenciais e à opção de pais/responsáveis, permanecendo aberta e sendo impedida desta abertura apenas em último caso.


Sabemos da coerência das ações da nossa prefeitura e acreditamos no respeito quanto às determinações sobre os serviços essenciais.


A educação é parte fundamental da formação humana e, assim, não se compara a nenhum tipo de comércio, sendo determinante para o desenvolvimento atual e futuro da nossa sociedade"