Pianista Márvio Ciribelli faz live na Sala Nelson Pereira dos Santos e promete surpresas

Atualizado: Set 14

Artista tocará músicas antigas com nova roupagem e fará homenagem a Aldir Blanc


Por Suzana Moura



Pianista, arranjador, compositor e produtor niteroiense, Márvio Ciribelli fará uma live no dia 22 de setembro, na Sala Nelson Pereira dos Santos, e promete trazer grandes novidades para seu público. Uma delas é uma homenagem ao compositor Aldir Blanc, falecido em maio deste ano após contrair Covid-19. O pianista traz uma música inédita do letrista. O show será apresentado pela sua irmã Mylena Ciribelli e terá participação especial de Sergio Chiavazzoli, Carlos Eduardo Pontes e Luis Lima Japão.

Conhecido pelo seu modo particular de tocar, compor, improvisar e sua energia durante os shows, Márvio começou a tocar piano muito cedo e sempre se mostrou antenado com o meio musical. Esta será sua segunda live neste período de pandemia, pois ele preferiu se dedicar à edição de vídeos de apresentações que participou no início do ano, no Festival de Jazz em Cuba, em janeiro, e um Adelaide, um festival na Austrália, além de inserir suas músicas remasterizadas nas plataformas digitais.


- É minha segunda live nesse período, pois eu quero sempre trazer algo relevante, e para fazer música é necessário qualidade. As pessoas têm pedido direto, mas quis aproveitar para dar andamento a outros projetos também. Coloquei um disco de 96 nas plataformas digitais, como o disco Floresta Urbana, que remixei e remasterizei. Algumas músicas são inéditas, porque mudamos todos os arranjos -, conta.


Outra surpresa que Márvio traz para o público, é uma música inédita de Aldir Blanc, que ele havia gravado na década de 80 com um grupo de amigos e decidiu fazer esta homenagem ao artista.


- A música se chama Carta Fora e tem 40 anos! Escolhi homenageá-lo de forma diferente, mostrar uma obra que ninguém conhece. Aldir estará sempre em nossos corações - diz ele, referindo-se à música de Aldir com Luiz Claudio Ramos e Franklin da Flauta.


Em 1h30 de live, o músico vai trazer músicas antigas com uma nova roupagem, além de grandes sucessos de sua carreira como Era só o que faltava e Mantra. Márvio fará uma homenagem ao também niteroiense Arthur Maia, falecido em 2018, com a música o Som do samba, gravada em 2007.


- A área musical foi muito prejudicada, e vamos precisar nos reinventar com segurança para que não saiamos tão prejudicados artisticamente e financeiramente. Fica uma saudade imensa de trocar energia com o público. Eu vivo de música e meu hobby é dança de salão, ou seja, estou ilhado (risos), mas tentarei levar minha arte ao público da melhor forma e tentando passar o máximo de emoção possível para as pessoas -, diz.



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