Bazar criado por professora é sucesso em Icaraí

Empreendimento reúne peças “desejo” de diversas marcas e modelos e são vendidas a valores mais acessíveis Por Suzana Moura Basiquinha Bazar em sua nova instalação, na Rua Mem de Sá Pensa em um vestido parado no seu armário há meses e que nunca foi usado ou aquela peça que você já usou e atualmente não faz mais seu estilo? Essas roupas podem ficar ótimas em outras pessoas e ainda virar fonte de renda. A niteroiense Natália Rocha, idealizadora do Bazar Basiquinha, virou referência na cidade com peças que atendem diversos gostos e estilos. Natália é professora por formação e dava aula em escolas conceituadas de Niterói como São Vicente e Gaylussac, para turmas de educação infantil e ensino fundamental. Ela criou seu negócio em 2017 e começou a princípio vendendo pelo Instagram com desapegos dela e de amigos. No início conciliava as duas funções, mas como já estava cansada da vida de magistério, resolveu se dedicar a seu novo empreendimento. -Em 2018 larguei tudo e me dediquei totalmente ao Basiquinha. Abri o site, foquei nas redes sociais e ele cresceu muito. Passei a ter muitas fornecedoras, aluguei uma sala no Ingá e realizei diversos eventos de venda - conta. O sucesso foi tanto que a empresária precisou procurar um lugar maior para seu bazar. Desde julho está atendendo em uma casa bem espaçosa em Icaraí e conta que mesmo no período da pandemia, suas vendas não caíram. - Minhas vendas ficaram praticamente normais, salvo os meses de março e abril, logo no início da pandemia. Empreender na moda não é fácil, mas no meu caso eu não precisei investir muito dinheiro no primeiro momento, pois, eu recebo as peças e trabalho com consignação e só pago às minhas fornecedoras quando as peças são vendidas. Quando os shoppings da cidade reabriram eu segui o mesmo movimento e reabri atendendo com hora marcada e toda higienização necessária, porém, continuo vendendo no site normalmente - explica. Natália organizando sua rotina no bazar Natália destaca que as pessoas estão comprando mais em bazar por conta do valor e facilidade de garimpar boas peças. Ela revela que no segmento roupas, o período pandêmico não inibiu as pessoas da compra. - Eu vendi ao longo da pandemia inteira, inclusive quando estava no auge da pandemia, as pessoas continuaram comprando. Tenho a facilidade também de ser bem conhecida na cidade e meu negócio foi muito bem aceito. Ter o Basiquinha é uma satisfação pra mim - diz. A professora Bruna Cerveira é uma das clientes do bazar e comenta que já conhecia a empresária, mas conheceu seu negócio através das redes sociais. Bruna é cliente assídua e compra presencialmente e também pelo site. - Eu passei a consumir bazar pelo Basiquinha e o que me chama atenção é o preço e oportunidade de ter peças desejos de coleções passadas e que não estão mais nas lojas. É uma oportunidade de ter uma roupa de ótima qualidade e preço mais acessível - explica. Bruna com a saia e blusa comparadas no Basiquinha

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