Coronavac é a vacina mais oferecida em Niterói, usada em 72,5% dos casos

Mais uma remessa da vacina está prevista para a semana que vem, ampliando o peso do imunizante a campanha local Divulgação/Prefeitura de Niterói Faz um mês que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial das duas vacinas já em uso no Brasil: Coronavac e Oxford/Astrazeneca. Mas é o imunizante produzido pelo Instituto Butantan que tem possibilitado o andamento, ainda que lento, do Plano Nacional de Imunização. Em Niterói, ele foi responsável por 72,5% da campanha de vacinação. Leia mais: Polícia investiga 'vacina de vento' aplicada em Niterói e outras cidades Das 26.680 doses que chegaram a Niterói para primeira aplicação, 19.340 são da Coronavac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Na semana que vem, os municípios devem receber um novo lote, ampliando ainda mais o peso dessa vacina no plano de imunização. A quantidade de doses dessa remessa, no entanto, ainda não foi confirmada pelo Ministério da Saúde. Na última segunda-feira, o Ministério da Saúde confirmou a compra de mais um lote de 54 milhões de vacinas junto ao Instituto Butantan, totalizando 100 milhões de doses, cuja produção deve ser concluída e distribuída ao longo do primeiro semestre. Niterói negociava diretamente com o Butantan Antes de ter a produção adquirida com exclusividade pelo Ministério da Saúde, o Butantan chegou a conversar diretamente com estados e municípios interessados em negociar doses. Niterói foi um deles e o então Prefeito Rodrigo Neves chegou a assinar um termo de intenção de compra de 1,1 milhão de doses, ainda em dezembro. No fim de janeiro, diante da baixa distribuição de vacinas e de um impasse entre o Butantan e o Ministério da Saúde, Niterói flertou, mais uma vez, com a possibilidade de garantir algumas doses direto com o laboratório paulista. Mas o Governo Federal garantiu novamente a compra de toda a produção de Coronavac, o que se concretizou neste carnaval.

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