TSE faz parcerias para combater fake news nas eleições 2020

Acordo com agências de checagem e Google visam a punir desinformação Combate a fake news é uma das prioridades da Justiça Eleitoral Com as campanhas eleitorais mais concentradas na internet do que nas ruas, por causa da pandemia de Covid-19, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta quinta-feira uma parceria com sete agências de checagem para identificar fake news. O objetivo da Justiça Eleitoral é descobrir fake news e quem as propaga para combater a desinformação nas eleições deste ano e punir eventuais crimes. As sete agências de checagem trabalharão junto com equipes do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais para identificar, o mais rapidamente possível, notícias falsas usadas para atrapalhar a lisura do processo eleitoral. O resultado das checagens será publicado no site Fato ou Boato. O serviço ficará no ar até o segundo turno das eleições, em 29 de novembro, e poderá ser acessado pelo celular gratuitamente. Acordo de parceria com operadoras de telefonia viabilizou o serviço. Segundo o TSE, as agências de checagem de informação que participam da iniciativa são AFP, Agência Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere. Acordo com o Google O TSE também anunciou parceria com o Google, que vai disponibilizar em suas plataformas conteúdos confiáveis e informações oficiais sobre as eleições. O Google terá o painel Como Votar, com informações detalhadas sobre a votação, cuidados sanitários, etc. E também fazer lives para “ampliar o conhecimento do eleitor brasileiro em temas importantes como desinformação, protocolos sanitários para o dia da votação e mitos sobre o processo eleitoral”, informou o TSE.

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